Além de conseguir perceber a interação do usuário, o HoloDesk também permite que outros objetos possam ser usados como auxiliares durante a manipulação, como um copo e até uma folha de papel. O alcance das áreas em que a nova tecnologia pode ser usada é amplo, indo desde jogos holográficos até a engenharia e design em aplicações CAD.
Via Novidades Tecnológicas
Coreana ultrapassa a Apple como maior fabricante de smartphones
Tela OLED flexível de grafeno deve chegar ao mercado em 2012
Em janeiro deste ano, a coreana adquiriu a Liquivista, empresa que detém tecnologia usada para criar telas flexíveis, transparentes, brilhantes e de baixo consumo para disposivitos móveis. Em março, a Samsung anunciou que as pesquisas com telas flexíveis estavam em estágio inicial. Também no começo do ano, a Samsung apresentou a tecnologia de telas OLED flexíveis feitas com grafeno com o aparelho Galaxy Skin.As pesquisas com telas flexíveis e dobráveis não datam de hoje. Já em 2008, a Plastic Logic apresentou um e-reader com tecnologia do tipo. No ano seguinte, a Sony apresentou telas flexíveis e bastante finas.
A Nokia também corre atrás da novidade e apresentou um protótipo de smartphone com tela flexível no mesmo evento em que lançou os primeiros smartphones com Windows Phone. A finlandesa, contudo, planeja os primeiros modelos com tela flexível apenas para 2015.
A Samsung anunciou ter ultrapassado a Apple como maior fabricantes de smartphones, chegando a 27,8 milhões entre julho e setembro, elevando sua participação no mercado mundial de smartphones em 23,8%.
fonte: jornal O Dia
Publicada em 06/10/2011 às 20h16m
Claudia Sarmento, correspondente (ciencia@oglobo.com.br)TÓQUIO - Num ano de notícias ruins para o Japão, a recente confirmação de que o país voltou, pela primeira vez em quase uma década, à liderança mundial da construção de supercomputadores foi comemorada pelos cientistas japoneses como uma goleada em final de Copa do Mundo. Na disputa, ficaram para trás a China e os Estados Unidos - os dois principais concorrentes no desenvolvimento da máquina mais poderosa do planeta. O supercomputador, projetado pela empresa Fujitsu, é uma das estrelas da Ceatec, a maior feira de tecnologia da Ásia, que está sendo realizada em Tóquio. Sua potência supera a dos outros cinco supercomputadores mais velozes do mundo.
A máquina, apelidada de "K", foi criada em parceria com o instituto de ciências Riken, de Kobe, com apoio do governo japonês. Quando estiver pronta para funcionar, no ano que vem, será capaz de fazer 10 quatrilhões de cálculos por segundo - o equivalente à potência de um milhão de desktops juntos. O sistema é composto por 80 mil CPUs e são muitas as suas possíveis aplicações, mas, diante dos traumas e desafios provocados pelo terremoto de 11 de março, a possibilidade de prevenir tragédias como tsunamis vem sendo apontada como uma das principais justificativas para o investimento no superequipamento. Nas palavras dos pesquisadores, numa terra sujeita a desastres naturais, como o Japão, o projeto pode significar a diferença entre a vida e a morte.
- O K poderá ajudar a salvar vidas logo após um terremoto, alertando muito mais rapidamente do que os sistemas atuais sobre a ocorrência imediata dos riscos que se seguem ao tremor - disse Masami Yamamoto, presidente da Fujitsu, lembrando que as simulações hoje levam duas horas, tempo que foi fatal para a maioria das 20 mil vítimas do 11 de março, mortos por uma onda gigante bem mais poderosa do que o imaginado, cerca de meia hora depois de a terra tremer.
O novo supercomputador poderia fazer essas simulações em dez minutos ou menos, possibilitando a divulgação de alertas sobre a iminência do perigo, garantem os líderes do projeto K. Eles não se referem apenas à previsão sobre maremotos, mas também à possibilidade de calcular estragos em prédios e na infraestrutura de uma região. O K é duzentas vezes mais rápido que o Earth Simulator - o último supercomputador japonês a atingir o topo do ranking desses megasistemas, em 2002.
As pesquisas para criar o K, iniciadas há cinco anos, já levaram mais de US$ 1 bilhão em verbas oficiais, e para a rede funcionar são consumidos US$ 10 milhões por ano em energia - o que torna a discussão polêmica num momento em que o Japão precisa de investimentos bilionários para reconstrução do nordeste do país.
As cifras já haviam sido contestadas no Congresso e a verba oficial só não foi cortada no ano passado porque um grupo de ganhadores do Nobel fez um apelo ao então primeiro-ministro Yukio Hatoyama pela manutenção do projeto, defendendo-o como um impulso essencial para um país que vem perdendo a liderança econômica e tecnológica global. A prevenção de desastres naturais não é o único campo que mobiliza os cientistas. O supercomputador ajuda no desenvolvimento de novos componentes para a indústria, por exemplo, ou de medicamentos de última geração, podendo simular com perfeição o funcionamento do corpo humano e riscos cirúrgicos, explica Yamamoto.
- A prioridade do supercomputador depende de cada país. Nos Estados Unidos e na China a área militar e o desenvolvimento de armas está entre os focos principais. No Japão, a ciência e a indústria tecnológica são o essencial - disse o presidente do Instituto Riken, Ryoji Noyori, numa palestra para jornalistas, em Tóquio.
Os japoneses garantem que não estão apenas tentando ganhar uma medalha de ouro numa maratona tecnológica, mas ter ultrapassado a China - que tirou do Japão a vice-liderança no ranking das maiores economias do mundo - ajudou a recuperar o orgulho nacional ferido. O problema, lembram os especialistas, é que o primeiro lugar no ranking das máquinas mais velozes do planeta nunca fica muito tempo nas mesmas mãos. O governo da Grã-Bretanha anunciou esta semana que vai entrar na briga, investindo US$ 220 milhões num computador de altíssima performance.
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Microsoft mostra novo Windows 8; sistema vai funcionar em tablets, PCs, laptops e all-in-one
13/09 às 14h42 O Globo (economia.online@oglobo.com.br)RIO - Telas do novo Windows 8 foram mostradas nesta terça-feira durante a Microsoft Build - semana de eventos da Microsoft para desenvolvedores - que termina no dia 16 de setembro. A companhia americana de software divulgou imagens de seus sistema em tablets elegantes da Samsung executando uma versão de teste do Windows 8. O sistema operacional também responderá a comandos sensíveis ao toque, em dispositivos móveis.
GALERIA :Veja como será o novo sistema operacional Windows 8Com o objetivo de despertar entusiasmo sobre o novo sistema operacional, a companhia mostrou mais detalhes do software na esperança de conter a onda de consumo de dispositivos Apple. A companhia crê que clientes possam trocar iPads e Macs por hadwares equipados com Windows 8.
Um teclado virtual do software para uso em tablets também foi mostrado na conferência. Segundo a Microsoft, a nova versão guarda ainda o que há de melhor do Windows 7 e mantém alguns traços do sistema operacional antecessor.
Entretanto, em sua área de trabalho, o Windows 8 utiliza padrões herdados do Zune e que atualmente estão presentes em celulares com Windows Phone 7.
- Nós repensamos o Windows - disse Steven Sinofsky, presidente da divisão Windows e Windows Live da Microsoft.
A gigante de software - cujos sistemas funcionam em mais de 90% dos computadores pessoais - detalhou ainda novas ferramentas para os desenvolvedores que devem criar aplicações para um público de mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo e que usam o Windows todos os dias.
Novo visual para o Windows 8O Windows 8 introduz o estilo de interface 'Metro', construído para telas sensíveis ao toque e que mostra informações importantes para o usuário na área de trabalho além de permitir a personificação do ambiente, dando maior controle das ações.
A interface estilo 'Metro' é igualmente acessada em computadores domésticos, com mouse e teclado, afirma a companhia.
O novo software permite ainda uma experiência mais rápida de navegação por toque e coloca o navegador Internet Explorer no centro das operações. Os aplicativos desenvolvidos para a interface 'Metro' preenchem a tela inteira e o usuário poderá utilizar vários deles juntos, sem se preocupar.
Como nos smartphones, será possível selecionar e enviar fotos de lugares diferentes, desde aplicativos de Facebook, Flickr como direto do HD. Ele ainda sincroniza ações através de dispositivos móveis e serviços de nuvem como o SkyDrive.
O Windows 8 dará suporte para hardwares com chips ARM, a partir de dez polegadas - tablets e laptops - além de aparelhos all-in-one com telas de 27 polegadas. A expectativa é de que os fabricantes de tablets iniciem a venda de produtos com o Windows 8 no meio do próximo ano.
Ainda de acordo com a Microsoft, o Windows 8 roda em PCs e é compatível com todo os dispositivos e programas atualmente no mercado, feitos para Windows 7.
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Hannover (Alemanha) - A empresa austríaca Guger Technologies apresentou na CeBit, que acontece em Hannover, na Alemanha, uma nova tecnologia que pode facilitar a vida de pessoas com deficiências físicas. O Intendix permite que os usuários digitem palavras apenas com a mente.
Foto: Reprodução
O computador leva cerca de 40 minutos para identifcar a letra que o usuário está pensando | Foto: Reprodução
O sistema consiste, basicamente, em um eletroencefalograma, ou seja, ele analisa o comportamento das ondas cerebrais do usuário. A Guger afirma que o Intendix é o primeiro dispositivo a oferecer uma interface cérebro-máquina, conta o site CNET. Ele é formado por uma espécie de toca, que funciona como um grande eletrodo, um computador rodando um programa para Windows e um amplificador de ondas cerebrais.
O programa possui um teclado apresentado em forte contraste (preto e branco) que pisca constantemente. Para digitar um caractere, o usuário precisa concentrar seu olhar nele para que o Intendix o identifique por meio de variações nas ondas cerebrais.
O processo é um pouco demorado, levando cerca de 40 segundos para que o Intendix identifique a letra que o usuário esta pensando. O usuário demorou cerca de 5 minutos para digitar 3 letras. Nesse ritmo, demoraria cerca de 35 horas para que ele digitasse um texto de 250 palavras, explica a CNET.
Entretanto, a própria Guger afirma que um usuário mais treinado é capaz de digitar de 5 a 10 caracteres por minuto. Com esta taxa mais otimista, o processo demoraria apenas 4 horas. Mas o que são realmente 35 ou 4 horas para quem pode voltar a escrever sozinho?
Fonte: jornal oDia
